Meu fluxo de publicação no Bear Blog + reflexões

Ninguém perguntou 😅, mas vou compartilhar meu fluxo de publicação no Bear Blog.

90% dos posts publicados por aqui eu faço diretamente pelo navegador do meu celular. Faço isso de forma proposital. Quero neste Blog atingir uma frequência de publicação maior que a frequência que tenho no meu outro blog (para assuntos profissionais). E a melhor forma de fazer isso, é pelo celular - paradoxalmente, este estou escrevendo no PC 😅.

Se eu não posso fazer uma postagem na hora, direto pelo Bear Blog, anoto aquela ideia no meu Google Keep, usando a etiqueta “Ideias_posts” (sou uma pessoa literal 😅). E depois recorro a esse banco de ideias para fazer uma determinada postagem.

Para atingir o objetivo de publicar com mais frequência, inevitavelmente os posts são de tamanho curto e médio. Inclusive, criei a página Notas para reunir os micro-posts - que contém entre 1 a 2 parágrafos - no estilo Tweet.

Pretendo que o Notas vire meu repositório de pequenos comentários e informações que antes iam para alguma rede social - era o X (Twitter), agora o Mastodon.

Falando nele, quem me acompanha por lá recebe todos os posts que publico no Blog. A publicação é automática, e faço isso utilizando o serviço gratuito Mastofeed. Portanto, esses pequenos “tweets” também aparecem no meu Mastodon, por meio de um link para o post.

É bem provável que esse meu fluxo de publicação esteja sendo influenciado pela leitura do livro Indie Microblogging - que já citei aqui. Mas não só.

As dicas da Renée Fishman, do My Meadow Report, foram se consolidando na minha cabeça, como parte dessa vontade de publicar com mais frequência. Ela, inclusive, tem uma frequência diária de postagens há anos. É uma disciplina impressionante.

Essa experiência, de publicar pequenos textos, está sendo libertadora. Até então, nos “Guias dos Blogueiros”, existiam regras como:

  • Publique pelo menos uma vez por semana;
  • Escreva conteúdos úteis com mais de 2000 palavras;
  • Deixe o texto descansar e revise antes de publicar;
  • Faça pesquisa de palavras-chave;
  • Insira palavras-chave nos títulos;
  • Insira sub-títulos;
  • Coloque imagens;
  • Coloque vídeos;
  • Insira links externos e internos;
  • Atualize seus posts.

Ok, eu acho que todas essas recomendações são válidas. Talvez, seja a melhor forma de ser encontrado pelos mecanismos de pesquisa - e tentar obter alguma receita com blogs.

Contudo, talvez esses também sejam os motivos que levaram as pessoas a desistirem dos seus blogs. E podem ter sido esses os motivos que levaram os leitores a se afastarem dos blogs.

Aos poucos, a autenticidade foi acabando, os textos ficaram repetitivos, ter um blog virou apenas uma forma de ganhar dinheiro, o texto era impessoal e os anúncios acabaram com a boa experiência de leitura.

Não sei qual seu fluxo de publicação, mas não se prenda a regras rígidas como aquelas que mencionei. Os Blogs precisam voltar a ser uma expressão de nós mesmos, e da melhor forma que possamos fazer. Pelo menos, assim estou fazendo - e me sinto mais livre.

P.S.: Eu gosto de conhecer esses “bastidores”. Caso escreva um post com seu próprio fluxo, compartilhe comigo por e-mail ou me marque no Mastodon.

Todoist para Google Keep: não deu certo

Em outro post aqui do Blog, comentei que estava fazendo alguns testes utilizando o Google Keep para substituir o Todoist, em razão do aumento do preço do Todoist Pro.

Como estava bem habituado a como o Todoist funciona, e como ele estava inserido na minha rotina de gerenciamento de tarefas, mudar de ferramenta está causando certos atritos.

Depois de utilizar por cerca de 1 semana, percebi que estava fazendo um esforço desproporcional para conseguir utilizar o Keep como um gerenciador de tarefas.

Os atritos estavam bem superiores ao que eu gostaria.

Eu já utilizo o Todoist há muitos anos, e a utilização de linguagem natural, a integração dos meus projetos associada à gestão de tarefas, o foco no Hoje, entre diversas outras características, transformaram o Todoist em algo fundamental na minha rotina de trabalho.

Sei que existem outros aplicativos de gestão de tarefas, como o Tick Tick, que já me recomendaram como substituto do Todoist.

Mas já sei que também vão ter atritos de adaptação. Sinceramente, não os quero nesse momento.

Vou continuar com o Todoist, e quem sabe tentar negociar com a empresa uma redução na anuidade.

Todoist Pro vai aumentar (pelo menos, para mim)

Infelizmente, vi que minha assinatura Todoist Pro vai aumentar de R$ 120,00 para R$ 200,00 por ano, um reajuste de mais de 60%.

Entendo que o reajuste (que não ocorre desde que assinei pela primeira vez) seja necessário para a sustentabilidade da empresa. Porém, ultrapassa o valor que considero razoável para manter minha assinatura.

Já estou fazendo alguns testes para o uso de outro aplicativo - por enquanto, testando o Google Keep, que eu já utilizava para notas.

Como estava bem habituado a como o Todoist funciona, e como ele estava inserido na minha rotina de gerenciamento de tarefas, mudar de ferramenta está causando certos atritos.

Por outro lado, é bom mudar para ver se meu sistema pessoal de organização está pronto para o uso de qualquer ferramenta.

Duas formas de backup do Google Keep

Utilizo o Google Keep como parte fundamental do meu sistema de organização digital. Nem preciso ressaltar a importância do backup, não é mesmo?

Para quem não conhece, o Google oferece uma forma bem simples de salvar seus arquivos: o Google Takeout. Com ele, basta selecionar o serviço do qual você deseja extrair os dados e gerar o download.

Outra técnica que adotei é uma espécie de “backup parcial”. Quando acumulo muitas notas com uma determinada etiqueta, seleciono todas e utilizo a função “Copiar para o Google Docs”. Assim, o sistema cria um documento único contendo todo o conteúdo daquelas notas de forma organizada.

Costumo fazer isso quando as informações de uma etiqueta específica são tão importantes que sinto a necessidade de ter uma cópia de segurança extra, pelo menos para esse grupo de dados.

Selo EntreBlogs 2.0