Miguel Nicolelis
Miguel Nicolelis
Esse vídeo do Vladimir Campos me lembrou que não é preciso de plataformas para ouvir podcasts. Ou seja, está cansado dos anúncios do Spotify? Não precisa ficar nele, qualquer agregador de podcasts também funciona (a menos que sejam podcasts exclusivos).
Curioso é que eu comecei ouvindo podcasts nos agregadores, o que será que aconteceu nesse caminho que me fez esquecer deles? 🤔
Terminei ontem a série The Boroughs, da Netflix, que tem a produção dos irmãos Duffer. A série é uma espécie de mistura de Coccon e Stranger Things.
A construção dos personagens é boa, o ritmo também, mas acaba se entregando a muitos clichês de roteiro, sendo previsível em diversos momentos. Nota: 3,0
Depois de tantas notícias ruins e preocupantes relacionados à IA, finalmente soube de uma excelente aplicação da IA como auxiliar em uma cirurgia cerebral para a retirada de um tumor.
Esse é um desafio para mim. Tenho o péssimo hábito de desistir de novos projetos e novos interesses, onde começo muito empolgado, mas depois desanimo e acabo desistindo. É um defeito. Pelo menos, já reconheço isso e estou tentando melhorar.
O Blog está um pouco nessa fase. Foram mais de 13 dias sem nenhum post. Uma razão para isso é que estou direcionando energia para outro projeto profissional. Outra razão é que estava me achando um reclamão, só criticando aspectos da IA. Então, caiu a ficha de que eu provavelmente estava um porre 😂
Dito isso, por que desistir de uma coisa que não me faz nenhum mal, é um hobby e uma forma de conversar/conhecer pessoas que não poderia de outra forma? Além disso, que posso escrever sem pressão de produtividade, sem me importar com qualquer algoritmo ou rede (não) social?
Portanto, não existem razões suficientes para desistir, pelo menos enquanto puder pagar o domínio e a hospedagem - o que graças a Deus ainda posso 🙏
“O LibreOffice 26.8 não contém recursos de IA generativa. Os documentos não são transmitidos a serviços remotos para processamento, e nenhum componente da suíte requer acesso à rede para funcionar. Essa é uma posição deliberada. Qualquer organização que lide com dados confidenciais, protegidos por sigilo legal ou de natureza pessoal precisa saber para onde esses dados vão, e a única garantia que resiste a uma auditoria é que eles não saiam da máquina.”
Software Livre ainda faz parte da resistência.
Estou com a impressão (sem nenhuma comprovação) de que o Google está desesperado para que mais e mais pessoas usem o Gemini em tudo quanto é lugar. Venho recebendo notificações no Chrome, no Google Agenda, no Gmail e no celular. Também tenho reparado muitos anúncios no YouTube.
A fome de dados é insaciável…
Estou lendo a primeira história do Sherlock Holmes, chamada “Um estudo em vermelho”. Ela foi escrita por Sir Arthur Conan Doyle e publicada originalmente em 1887. Ou seja, uma história publicada há 139 anos!
Envolvente, misteriosa e com a apresentação de um dos personagens mais conhecidos de todos os tempos. Ainda é atual, e provavelmente será por muitos anos.
Nesse momento em que vivemos, em que muitos preferem usar a IA para escrever qualquer coisa, tirando boa parte da escrita humana e da originalidade (ainda que com referências) de um texto e de uma história, tem sido um certo alívio ter a certeza de que algo não foi escrito por uma IA.
Para aqueles que confidenciaram ao ChatGPT seus segredos mais íntimos, fazendo uma “terapia” com ele, eu recomendaria apagar todas as conversas e excluir a conta agora mesmo.
Ótimo trecho de um artigo escrito por Maria Athayde, publicado na Folha:
A ilusão da neutralidade da IA, entre vieses e decisões humanas no trabalho
Ontem, com a ajuda do Gemini (viu? não sou crítico o tempo todo), brinquei um pouco com novos efeitos para o site.
Depois de testar alguns, decidi por manter uma pequena xícara de café no canto direito, como um símbolo de um cafezinho real sendo servido ao leitor que acabou de chegar.
Gostei, achei que deu um toque pessoal, minimalista, e personalizado no site, sem atrapalhar a leitura.
P.S.: Impressionante como uma coisa tão pequena demanda tantas linhas de código 😅
Onde isso vai parar… É uma tragédia anunciada.
Agente de IA autônomo “escapa” e ataca startup: Matéria da BBC
Páginas atualizadas: Agora e Finalizado ✅
O Micro.Blog agora permite fazer uma publicação cruzada no YouTube.. Ou seja, a pessoa posta no seu próprio blog o vídeo, e o mesmo vídeo é republicado no YouTube. E ainda é possível converter o vídeo em áudio de podcast.
Achei fantástica essa possibilidade. Mas, infelizmente, é uma opção apenas para os usuários do plano Studio, cujo preço em conversão para o real seria mais ou menos R$ 120,00 por mês.
Compreendo que os custos de armazenamento de vídeos não devem realmente ser baixos, o que justifica permitir apenas para usuários do plano mais caro.
De todo modo, é bom ver essa integração em uma plataforma tão popular como o YouTube.
Tem horas que eu gostaria de dizer para todo mundo que só conhece rede social como forma de expressão na internet: “Saia daí, crie um site e um blog para você, seja livre!”.
E esse post do Manton que acabei de ler, fala um um pouco disso:
Oposição não é um princípio. Os ventos políticos inevitavelmente mudarão, deixando a polarização para trás. Construir uma internet melhor é muito mais universal. Empoderar as pessoas para que sejam donas de sua identidade, publiquem com mais liberdade, formem diversos tipos de comunidades e saiam sem perder tudo.
Bons momentos de comédia, emocionante e um filme redondinho. É uma mistura de Perdido em Marte com A Chegada. Ryan Gosling mais uma vez muito bem. Nota: 4,0
Falando em videogame, a decisão da Sony de não produzir mais jogos em mídia física a partir de 2028, provavelmente será o fim das próximas gerações do PlayStation para mim. Ainda estou no PS4 e vou, no máximo, até o PS5. Se a Sony não se importa com os jogadores que gostam da mídia física, eu também não me importo em comprar mais.
Esse post do blog A Grande Onda para mim é uma reflexão se precisamos de mais coisas (jogos, filmes, HQs) do que já temos. E acho que isso fica ainda mais descontrolado quando a mídia é digital. Ela nos faz esquecer de tudo que já temos.
Geralmente, meus colegas de trabalho costumam dizer que sou muito organizado. Não faço para ser bonito, é apenas o jeito que encontrei para lidar com a pouca memória que tenho, e criar registros importantes do que estou trabalhando e o que já foi concluído. Não é glamour.
Esses dias eu li um post de blog em que o blogueiro estava reclamando que os posts que lê agora são apenas sobre IA, e que ele gostaria de ler posts com outros assuntos.
Eu vou continuar escrevendo sobre IA, porque tudo indica que é uma tecnologia tão importante quanto o surgimento da internet. E, gostando ou não (geralmente sou mais crítico), ela tem e terá impactos em diversos aspectos da nossa vida: social, trabalho, saúde, etc.
Então, mesmo sabendo que não sou nem um pouco especialista, vou gostar de ver como eu pensava sobre ela daqui a alguns anos.
60% dos textos que leio parecem que foram feitos com IA. Pode não ter sido feito, mas parece que foram feitos. Que momento triste, não saber se um texto foi ou não escrito por IA.
Eu uso IA, principalmente para edição e correção. Mas quando uso, tento tirar os vícios que ela tem. Ou seja, quando escrevo, peço a IA para editar, mas preciso editar o que foi editado.
⚽ A Noruega fez o que sabe fazer de melhor, enquanto o Brasil não fez o que sabe (ou sabia) fazer de melhor.
Ontem eu estava lendo um texto técnico em que claramente foi usado IA para resumir um Acórdão do Tribunal de Contas da União. Muito provavelmente, o voto do ministro relator também usou a IA para resumir toda a instrução do processo, que por sua vez os advogados também devem ter usado IA para redigir a defesa.
Estamos em um momento em que a IA escreve para a IA. Qual parte de todos esses documentos será que foram realmente originais?
Não sei. Mas acredito que isso seja irreversível.
☕ + 🫓 = 😊
⚽ Tomara que amanhã em Houston, we have not a problem 😅