Mais de 100 posts em 2026 🎉

Há algumas semanas descobri esse desafio que consiste em publicar mais de 100 posts em um site pessoal num determinado ano.

Não procurei completar esse desafio, apenas fui publicando sem regras sobre qualquer coisa que gostaria de compartilhar, em sua maioria num estilo microblogging, mas também com textão.

Como esses dias lembrei desse desafio, fui ver quantos posts tinha publicado nesses 5 meses de novo Blog, e descobri que estava exatamente nos 100 posts:

Não se trata de quantidade, mas esse número mostra que atingi meu objetivo de publicar com mais frequência e liberdade, como já comentei outras vezes por aqui.

Louis Theroux: Por Dentro da Machosfera (2026)

Esse documentário da Netflix não é uma grande obra audiovisual, mas seu tema é importante e urgente. Ele trata do aparecimento dessas comunidades Red Pill e o papel dos “influenciadores” nesse mundo.

Recomendo pela importância do tema. Aliás, acho que é um bom complemento à série Adolescência, também da Netflix.

Sobre a Bolha de IA

Página de um artigo jornalístico sobre a Anthropic captando US$ 65 bilhões em uma nova rodada de financiamento, superando a avaliação da OpenAI.

Alguns dizem que estamos numa Bolha de IA, outros afirmam que não, porque existem aspectos diferentes, como por exemplo os investimentos estarem concentrados em grandes empresas já consolidadas da área de Tecnologia.

Não sou especialista no assunto, então minha opinião não vale nada. Mas ainda sim vou emiti-la apenas para consultá-la no futuro e ver o quanto errei (mais provável) ou acertei.

Mercado Financeiro

Uma coisa é fato: o mercado financeiro é baseado na especulação, é na expectativa que algo vai ocorrer de bom ou de ruim.

Essa matéria da Folha cita por exemplo a “receita anualizada” da Anthropic que é uma EXPECTATIVA de crescimento de receita baseada na receita de curto prazo.

Mesmo na bolsa brasileira já vimos empresas especulativas (alô Eike Batista) que não apresentaram nada do que prometiam entregar. E uma coisa muito comum nesses tipos de empresas é uma expectativa extraordinariamente rápida de crescimento.

O problema (e solução) é que o mundo real é mais lento que o mercado financeiro. O resultado real, o lucro real, demora para acontecer. Não tem segredo, o lucro é o resultado da receita real menos despesa real.

Então quando se tem um crescimento de expectativa extraordinariamente rápido, já existe um descompasso com o mundo real. Não tenho aqui os dados, mas empresas como a Anthropic ou OpenAI devem ter triplicado ou quadruplicado de avaliação em cerca de 2 a 3 anos. Isso não é normal para o mundo real.

Problemas

Malefícios para o ser humano de diversas ordens vêm acontecendo por conta do uso da IA. Existem casos de pessoas que perderam o descolamento da realidade, por conta da linguagem excessivamente elogiosa e superestimada da IA.

Existem pessoas que fazem IA-terapia, menosprezando o trabalho real e importante de psicólogos.

Já li sobre agentes de IA que realizaram diversas ações para atacar a reputação de uma pessoa real.

Todos sabem o consumo de recursos naturais que a IA necessita. Recursos esses finitos, só para lembrar.

Acho que o pronunciamento do papa resume esse conjunto de problemas (sou católico, mas nem de longe considero o papa um ser superior).

Em algum momento (espero que aconteça) o uso da IA precisará ser regulamentado, porque problemas de seu uso já estão acontecendo.

Quando essa regulamentação acontecer, as empresas serão contra (óbvio) porque de certa forma vai “limitar seu crescimento exponencial”. Mas será o mundo real começando a aparecer.

Ponto de Equilíbrio

A IA veio para ficar. Ela vai continuar existindo, mas não acredito que ela vai apresentar resultados reais do tamanho que a expectativa e o mercado financeiro estão indicando que vai.

Em algum momento, esse ponto de equilíbrio vai chegar, e aí sim será o mundo real em funcionamento.

Na verdade, estou esperando ainda uma grande boa notícia. Uma enorme contribuição da IA para a sociedade. Talvez apareça na ciência daqui a alguns meses.

É isso. Ousei manifestar minha opinião de algo tão recente, só o tempo vai mostrar o quanto errei.

Capa de DVD de um show da banda System of a Down no Rock am Ring 2011, destacando as músicas Lonely Day, Toxicity e Needles.

Chegou na coleção. Show do System Of A Down no Rock Am Ring em 2011.

Fiz mudanças consideráveis no design do meu site “profissional”. Achei que só iria conseguir um resultado parecido contratando um freela, mas até que gostei de como ficou. Ainda precisa de alguns ajustes, mas a ideia geral era deixar mais ou menos assim mesmo.

Uma carta de amor aos blogs

Sou um novato no mundo dos Blogs, criei o primeiro em 2022. Não vou mentir, caí na lorota de que era uma forma fácil de ganhar dinheiro.

Posso ter sido ingênuo, mas te desafio a colocar na caixa de pesquisa do YouTube “blogs” e ver o que vai aparecer. Até hoje, nos resultados principais, os conteúdos se referem a como o Blog vai te render milhares de reais por mês.

O tema foi absolutamente capturado pelos gurus do marketing digital, que só costumam dizer o quanto é fácil ganhar dinheiro com blogs.

Até que, para fazer sucesso, descobri que uma série de regras faziam parte da cartilha desses “especialistas”. Entre essas regras, estão:

Escolha seu nicho e permaneça nele; Publique pelo menos uma vez por semana; Escreva conteúdos úteis com mais de 2000 palavras; Faça pesquisa de palavras-chave; Insira palavras-chave nos títulos; Insira sub-títulos; Coloque imagens; Coloque vídeos; Insira links externos e internos; Atualize seus posts.

Com tantas regras, alguns meses depois percebi que ter um blog havia se tornado um segundo/terceiro trabalho, me causava estresse e me fazia trabalhar nas horas de descanso - que já não eram muitas. Resultado: parei de escrever e quando venceu a hospedagem e o domínio, desisti de blogar.

Motivos certos

Mesmo acreditando hoje que não comecei pelos motivos certos, me lembro da sensação de quando publiquei meu primeiro post. Achei muito legal saber que meu texto estava disponível na internet, em um domínio que eu escolhi, num site que eu criei, com um tema que eu escolhi e que eu poderia editá-lo a qualquer momento - essa frase foi muito egocêntrica, mas nesse caso para mim é independência e não egoísmo.

Obviamente, eu já tinha publicado outras (poucas) coisas nas redes sociais, mas aquilo era diferente. Até hoje, aquela sensação ainda existe quando publico um post. Ele está lá disponível para o mundo inteiro, completamente aberto, gratuito e livre para qualquer um ler - mesmo que sejam poucos.

Portanto, ganhar dinheiro deve ser o motivo menos importante que deve levar alguém a criar/manter um blog. Para mim, o Blog deve ser visto como uma expressão da criatividade, um hobby, um espaço de registro, uma memória, ou uma fotografia além do tempo.

É claro que se o dinheiro vier, ótimo. Que bom que o autor conseguiu monetizar seu trabalho e sua criação.

Microblogging

Quando li pela primeira vez as dicas da Renée Fishman do My Meadown Report, elas ficaram na minha cabeça. Mas elas me pareciam ainda muito inatingíveis, porque seria uma tortura publicar diariamente.

Porém, hoje percebo que essa “tortura” estava ligada ainda a todas aquelas regras dos gurus do marketing digital. A verdade é que criar e manter um blog não exige regra alguma.

Há 4 meses estou praticando o microblogging e a palavra que resume esse período é: liberdade. Estou adorando publicar reflexões, links interessantes, resenhas de HQs, etc.

Como disse, não tem regras, mas com essa experiência identifiquei apenas alguns princípios que costumo seguir - que inclusive podem mudar. São eles:

1 - Escreva primeiro para você mesmo. Para um registro do presente para o futuro. 2 - Tente ajudar o seu leitor. 3 - Não tenha nichos, escreva sobre o que quiser. Uma hora você pode encontrar um leitor que gosta do que escreve - felizmente já recebi alguns bons feedbacks ☺️ 4 - Se quiser, faça críticas, mas seja respeitoso com seu leitor. As redes sociais e o mundo já têm ódio suficiente. 5 - Divirta-se. Nem tudo precisa ser fonte de renda ou de receita. Isso é um hobby, não um trabalho.

Referências

Como nada se cria, tudo se copia, a forma como escrevo no Blog hoje tem algumas referências. As principais são:

Suponho que eles sigam pelo menos alguns dos mesmos princípios que citei.

Eles não são as únicas referências, apenas os que mais gosto de acompanhar hoje. Nesta página eu recomendo outros.

Obrigado por ler até aqui. E obrigado pela visita. Se quiser, me mande um e-mail ou deixe um comentário para continuarmos essa conversa.

Ah, esse post faz parte do IndieWeb Carnival - tecnicamente eu acho que ainda vai fazer, já que pretendo enviar para o host desse mês.

Interessante artigo da Folha, escrita por Marcos de Vasconcellos, mostra que os resultados econômicos reais da IA estão nas empresas que oferecem a infraestrutura para que ela seja executada (chips, nuvem, etc).

Por outro lado, muitas das empresas que prometem que a IA vai gerar um aumento absurdo de produtividade e redução de custos, já estão sofrendo ações coletivas de investidores que não estão vendo resultados reais de eficiência.

Confiar ao ChatGPT decisões de investimentos é, no mínimo, não valorizar o próprio dinheiro. Boa sorte a quem faz isso, porque se for uma decisão ruim, basta reclamar com a OpenAI.

link da coluna

Robert Birming escreveu no seu blog:

Não mate seu blog tentando se especializar em um nicho específico. Seguir o algoritmo não vai te fazer mais feliz. Se você escrever algo que eu ache interessante, eu vou ler mesmo que ainda não tenha nenhum voto positivo.

Continue blogando. Continue sendo você.

(Tradução livre)

Blogging Heroes, de Michael A. Banks

Capa de livro com o título blogging heroes em destaque, junto com nomes de blogs e sites de tecnologia, e o autor Michael A. Banks mencionado no topo.

Ler esse livro nos dias atuais serve apenas como uma fotografia da época de ouro dos Blogs.

É um conjunto de entrevistas com Blogueiros “de sucesso” da época. Outros importantes - mas talvez não tanto comerciais - foram deixados de lado.

O pior do livro é sua tradução. É a pior tradução que já li na vida. Várias e várias vezes, foram escolhidas palavras que não fazem o menor sentido. E o editor deixou isso passar. Um péssimo trabalho de tradução e edição.

Mesmo com todos os defeitos, ainda foi bom conhecer um retrato dessa época, e existem fundamentos ali que ainda são válidos sobre começar um Blog.

Esse livro é um exemplo de que até livros desatualizados (e mal traduzidos) tem algum valor.

Flamengo 0 x 3 Palmeiras

Mais uma expulsão infantil do Carrascal que prejudica muito o Flamengo. E Rossi não defendeu quando precisava. Tomou 2 gols defensáveis.

Estou descobrindo quem é Dave Winer e sua importância para a internet e para a Blogosfera. Por exemplo, ele tem o mesmo blog há mais de 30 anos. Vou repetir: trinta..anos… E publica quase todo dia. Dê uma olhada que você vai ver um post de hoje.

Ele é considerado um dos fundadores do RSS e do Podcast. Só isso.

Atlético PR 1 X 1 Flamengo

Pressão do Atlético e acho que ele dominou a maior parte do tempo. Pelo menos, conseguimos 1 ponto. ⚽

Robert Birming:

A gentileza não custa nada, mas traz grande valor. A cortesia não é difícil, mas torna você um mestre. A humildade está ao alcance de todos, mas faz com que aqueles que a praticam se destaquem.

No fim das contas, é isso que importa: ser humano. E este mundo bem que precisa de mais “humanidade”.

(Tradução livre)

Reconheço que estou bem reclamão nos últimos dias. Mas em breve pretendo postar algo mais good vibes.

Mais um pouco de YouTube

Estava lendo meus feeds RSS e um blogueiro fez um post compartilhando esse vídeo do YouTube.

Vídeo muitíssimo bem produzido, que captura nossa atenção, falando do tempo que apenas consumimos enquanto poderíamos estar criando, até que… PÁ!!!! vem a marca que patrocina o vídeo. E apenas nesse momento nós sabemos que é um vídeo patrocinado.

Nesse momento, tudo que a “criadora” estava argumentando para mim caiu por terra. Porque já não sei se ela produziu aquilo porque acredita ou porque era apenas um tema que combinava com a patrocinadora.

Com um vídeo tão bem produzido, gostaria que tivesse sido real.

Capa de uma edição de The Ghost in the Shell com uma ilustração de uma figura feminina com cabelo azul e elementos cibernéticos.
Capa do mangá Akira de Katsuhiro Otomo, mostrando personagens em ação com fundo vermelho e o número 1 destacado.

Chegou na coleção. Tinha comprado o volume 2 desses títulos em promoções anteriores, então faltava o volume 1 para começar a história. Nos dois casos, conheço e adoro os animes.

Apesar de ser um crítico da IA (ou melhor, da forma como algumas pessoas a usam), eu utilizo com frequência. Vou fazer um post mostrando as formas com que mais uso.

2026 será o ano do workslop.

Workslop = termo que une “work” (trabalho) e “slop” (algo malfeito/lixo) para descrever conteúdos gerados por IA que parecem polidos, mas são superficiais, repetitivos ou imprecisos. Esse fenômeno cria “lixo de IA” no ambiente corporativo, exigindo quase 2 horas de retrabalho para correção por ocorrência e reduzindo a produtividade.

O Medium anunciou uma novidade… Um botão de “Retweet” 😒 Faz cada vez mais sentido uma frase que ouvi sobre o Medium: uma rede social de textos.

Youtube deixou de ser um espaço legal

Estou há cerca de 15 dias consumindo vídeos do Youtube de uma forma bem esporádica. Durante os primeiros 7 dias me afastei totalmente, fiz como um desafio, um experimento. Mas, passados os 7 dias, continuo sem vontade de estar lá, assisto um ou outro vídeo que realmente quero muito ver - e não posso ver em outro lugar.

Nesse post, vou comentar as razões desse afastamento.

Anúncios

muitos anos o Youtube se tornou um hábito, onde me inscrevo e acompanho canais de assuntos que eu gosto e, verdade seja dita, onde já aprendi coisas legais também. O que para muitos brasileiros e brasileiras é a TV aberta, para mim é o Youtube.

Contudo, de uns meses para cá, o sistema de anúncios do Youtube se tornou algo para mim extremamente irritante. Os anúncios são muito, mas muito repetitivos.

Não consigo entender a estratégia de marketing por trás disso, já que essa repetição só me faz ficar com ódio daquela marca, e não incentivar meu consumo. Se um anúncio gera esse tipo de emoção, ele só pode ser no mínimo uma falha de marketing.

Além disso, existem anúncios que no meu caso são um erro de direcionamento. Por exemplo, tem um anúncio de uma marca de produtos para pele que passa para mim há MESES. A questão é que eu não sou um usuário de produtos para pele, exceto protetor solar (que uso até menos do que deveria).

Ora, se anúncios são um problema, você pode então dizer: assina o Premium.

Essa é a questão. Eu não vou assinar uma plataforma que está me obrigando a assinar. Ela precisa me convencer que é bom, não me deixar completamente irritado com seu sistema de anúncios.

Ontem, por exemplo, fui tentar ver um vídeo, e apareceu o mesmo anúncio que há MESES eu recebo. Eu simplesmente saí do aplicativo, porque não suporto mais olhar para esse anúncio.

Rede social

Por ser uma pessoa que nunca gostou muito de rede social, eu costumava acreditar que o Youtube não era uma rede social, e sim uma plataforma de vídeos. Me enganei. O Youtube é uma rede social.

Nele, estão todas as características presentes em todas as redes sociais:

  • Retenção da atenção
  • Feed infinito
  • Engajamento
  • Bolha
  • Anúncios
  • Mais retenção da atenção
  • Mais anúncios
  • Mais bolha

O ciclo infinito desenhado e construído para nos prender a ele por mais tempo possível. Quanto mais tempo estamos nele, mais o Google se torna lucrativo. Cal Newport, em seu livro Minimalismo Digital, nos lembra disso:

as novas tecnologias que emergiram na última década são particularmente adequadas para estimular os vícios comportamentais, fazer as pessoas usá-las muito mais do que julgam ser útil ou saudável. De fato, como revelado por informantes e pesquisadores como Tristan Harris, Sean Parker, Leah Pearlman e Adam Alter, essas tecnologias são, em muitos casos, especificamente projetadas para desencadear esse comportamento dependente. O uso compulsivo não resulta de uma falha de caráter, mas da realização de um plano de negócios significativamente lucrativo.

Mais a frente no livro, Cal também compara o valor de mercado de empresas como o Google e Facebook, com empresas de petróleo como a Exxon Mobil. Enquanto o Google valia algo como 800 bilhões de dólares, a Exxon Mobil valia 370 bilhões. Ou seja, a extração de minutos do globo ocular se tornou mais lucrativa que a extração de petróleo.

Indústria e Criadores

Esse ciclo infinito é perverso porque leva os “criadores” a seguirem essa roda de hamster. Por exemplo, há algumas semanas ouvi de um youtuber de um canal grande de quadrinhos: “esse quadro acabou porque o engajamento não tava bom”.

Isso é criação? Não, é indústria. Como um produto que vende pouco, e a fábrica encerra sua produção. Se um quadro de um canal não engaja, não tem anúncio, se não tem anúncio ele precisa ser encerrado.

Exceto algumas exceções (como o VCP 2.0 do Vladimir Campos), a vontade de se expressar, de compartilhar, de ajudar o outro, de fazer um relato sincero, não existe mais. TUDO é feito para engajar, reter e monetizar. É a pejotização da pessoa física.

Com isso, me pergunto: será que os “criadores” não são, na verdade, gerentes dessa fábrica?

Independência

Nesse período em que estou buscando alternativas e mudanças de hábito, percebo que uma possível solução seria em algum futuro próximo os “criadores” se dedicarem a protocolos ou meios independentes de distribuição de seus vídeos. Ao menos, se tornariam parcialmente independentes de uma única plataforma.

Vejamos, por exemplo, os podcasts - que aliás o citado VCP 2.0 também é. Se eu não gosto do Spotify, posso ouvir o mesmo conteúdo no Deezer, ou Apple Podcasts, ou qualquer outro reprodutor de podcasts. O autor e o consumidor estão livres para postar/ouvir onde quiser.

É exatamente o que estou fazendo no Spotify, como alternativa para sair daquele espaço irritante que se tornou o Youtube. Alguns pouquíssimos canais também postam no Spotify os vídeos. Pelo menos, é uma alternativa.

Talvez essa seja a solução. Não é só trocar a plataforma, mas ser possível distribuir o mesmo vídeo em diversas outras, como é o podcast.

Isso também já acontece há décadas nos Blogs. Eu posso ler qualquer blog no navegador que eu quiser, não estou preso a nenhum deles. Fora que posso ler em leitores RSS. Ou seja, o local em que leio é completamente livre, de minha escolha.

Muito provavelmente, os anúncios continuarão existindo, contudo, eles serão restritos aquele autor/produtor. E, talvez, ainda seja mais vantajoso para ele, já que nenhuma parte dessa receita (ou a sua quase totalidade) vai apenas para uma única empresa: o Google.

Acabei de fazer pequenas mudanças no design do Blog 🙂 Você que está no X/Instagram/TikTok quero ver fazer isso 😜

F1: O Filme (2025)

Bom filme. A qualidade da imagem e de som é impressionante. Com pequenas aparições dos pilotos reais.

O roteiro não é ruim, mas previsível em diversos aspectos. Mesmo assim, o carisma de Brad Pitt nos faz torcer pelo personagem.

Nota: 3,0

Taken

Um aperitivo da falta de privacidade que temos hoje na internet.

Tem horas que saber a verdade é um tapa na cara.

The Boring Internet

Um dos artigos mais esperançosos sobre tantas mudanças aparentemente ruins que vem acontecendo nos últimos anos.

Selo EntreBlogs 2.0