Confiar ao ChatGPT decisões de investimentos é, no mínimo, não valorizar o próprio dinheiro. Boa sorte a quem faz isso, porque se for uma decisão ruim, basta reclamar com a OpenAI.
Confiar ao ChatGPT decisões de investimentos é, no mínimo, não valorizar o próprio dinheiro. Boa sorte a quem faz isso, porque se for uma decisão ruim, basta reclamar com a OpenAI.
Robert Birming escreveu no seu blog:
Não mate seu blog tentando se especializar em um nicho específico. Seguir o algoritmo não vai te fazer mais feliz. Se você escrever algo que eu ache interessante, eu vou ler mesmo que ainda não tenha nenhum voto positivo.
Continue blogando. Continue sendo você.
(Tradução livre)
Ler esse livro nos dias atuais serve apenas como uma fotografia da época de ouro dos Blogs.
É um conjunto de entrevistas com Blogueiros “de sucesso” da época. Outros importantes - mas talvez não tanto comerciais - foram deixados de lado.
O pior do livro é sua tradução. É a pior tradução que já li na vida. Várias e várias vezes, foram escolhidas palavras que não fazem o menor sentido. E o editor deixou isso passar. Um péssimo trabalho de tradução e edição.
Mesmo com todos os defeitos, ainda foi bom conhecer um retrato dessa época, e existem fundamentos ali que ainda são válidos sobre começar um Blog.
Esse livro é um exemplo de que até livros desatualizados (e mal traduzidos) tem algum valor.
Flamengo 0 x 3 Palmeiras
Mais uma expulsão infantil do Carrascal que prejudica muito o Flamengo. E Rossi não defendeu quando precisava. Tomou 2 gols defensáveis.
Estou descobrindo quem é Dave Winer e sua importância para a internet e para a Blogosfera. Por exemplo, ele tem o mesmo blog há mais de 30 anos. Vou repetir: trinta..anos… E publica quase todo dia. Dê uma olhada que você vai ver um post de hoje.
Ele é considerado um dos fundadores do RSS e do Podcast. Só isso.
Atlético PR 1 X 1 Flamengo
Pressão do Atlético e acho que ele dominou a maior parte do tempo. Pelo menos, conseguimos 1 ponto. ⚽
A gentileza não custa nada, mas traz grande valor. A cortesia não é difícil, mas torna você um mestre. A humildade está ao alcance de todos, mas faz com que aqueles que a praticam se destaquem.
No fim das contas, é isso que importa: ser humano. E este mundo bem que precisa de mais “humanidade”.
(Tradução livre)
Reconheço que estou bem reclamão nos últimos dias. Mas em breve pretendo postar algo mais good vibes.
Estava lendo meus feeds RSS e um blogueiro fez um post compartilhando esse vídeo do YouTube.
Vídeo muitíssimo bem produzido, que captura nossa atenção, falando do tempo que apenas consumimos enquanto poderíamos estar criando, até que… PÁ!!!! vem a marca que patrocina o vídeo. E apenas nesse momento nós sabemos que é um vídeo patrocinado.
Nesse momento, tudo que a “criadora” estava argumentando para mim caiu por terra. Porque já não sei se ela produziu aquilo porque acredita ou porque era apenas um tema que combinava com a patrocinadora.
Com um vídeo tão bem produzido, gostaria que tivesse sido real.
Chegou na coleção. Tinha comprado o volume 2 desses títulos em promoções anteriores, então faltava o volume 1 para começar a história. Nos dois casos, conheço e adoro os animes.
Apesar de ser um crítico da IA (ou melhor, da forma como algumas pessoas a usam), eu utilizo com frequência. Vou fazer um post mostrando as formas com que mais uso.
2026 será o ano do workslop.
Workslop = termo que une “work” (trabalho) e “slop” (algo malfeito/lixo) para descrever conteúdos gerados por IA que parecem polidos, mas são superficiais, repetitivos ou imprecisos. Esse fenômeno cria “lixo de IA” no ambiente corporativo, exigindo quase 2 horas de retrabalho para correção por ocorrência e reduzindo a produtividade.
O Medium anunciou uma novidade… Um botão de “Retweet” 😒 Faz cada vez mais sentido uma frase que ouvi sobre o Medium: uma rede social de textos.
Estou há cerca de 15 dias consumindo vídeos do Youtube de uma forma bem esporádica. Durante os primeiros 7 dias me afastei totalmente, fiz como um desafio, um experimento. Mas, passados os 7 dias, continuo sem vontade de estar lá, assisto um ou outro vídeo que realmente quero muito ver - e não posso ver em outro lugar.
Nesse post, vou comentar as razões desse afastamento.
Há muitos anos o Youtube se tornou um hábito, onde me inscrevo e acompanho canais de assuntos que eu gosto e, verdade seja dita, onde já aprendi coisas legais também. O que para muitos brasileiros e brasileiras é a TV aberta, para mim é o Youtube.
Contudo, de uns meses para cá, o sistema de anúncios do Youtube se tornou algo para mim extremamente irritante. Os anúncios são muito, mas muito repetitivos.
Não consigo entender a estratégia de marketing por trás disso, já que essa repetição só me faz ficar com ódio daquela marca, e não incentivar meu consumo. Se um anúncio gera esse tipo de emoção, ele só pode ser no mínimo uma falha de marketing.
Além disso, existem anúncios que no meu caso são um erro de direcionamento. Por exemplo, tem um anúncio de uma marca de produtos para pele que passa para mim há MESES. A questão é que eu não sou um usuário de produtos para pele, exceto protetor solar (que uso até menos do que deveria).
Ora, se anúncios são um problema, você pode então dizer: assina o Premium.
Essa é a questão. Eu não vou assinar uma plataforma que está me obrigando a assinar. Ela precisa me convencer que é bom, não me deixar completamente irritado com seu sistema de anúncios.
Ontem, por exemplo, fui tentar ver um vídeo, e apareceu o mesmo anúncio que há MESES eu recebo. Eu simplesmente saí do aplicativo, porque não suporto mais olhar para esse anúncio.
Por ser uma pessoa que nunca gostou muito de rede social, eu costumava acreditar que o Youtube não era uma rede social, e sim uma plataforma de vídeos. Me enganei. O Youtube é uma rede social.
Nele, estão todas as características presentes em todas as redes sociais:
O ciclo infinito desenhado e construído para nos prender a ele por mais tempo possível. Quanto mais tempo estamos nele, mais o Google se torna lucrativo. Cal Newport, em seu livro Minimalismo Digital, nos lembra disso:
as novas tecnologias que emergiram na última década são particularmente adequadas para estimular os vícios comportamentais, fazer as pessoas usá-las muito mais do que julgam ser útil ou saudável. De fato, como revelado por informantes e pesquisadores como Tristan Harris, Sean Parker, Leah Pearlman e Adam Alter, essas tecnologias são, em muitos casos, especificamente projetadas para desencadear esse comportamento dependente. O uso compulsivo não resulta de uma falha de caráter, mas da realização de um plano de negócios significativamente lucrativo.
Mais a frente no livro, Cal também compara o valor de mercado de empresas como o Google e Facebook, com empresas de petróleo como a Exxon Mobil. Enquanto o Google valia algo como 800 bilhões de dólares, a Exxon Mobil valia 370 bilhões. Ou seja, a extração de minutos do globo ocular se tornou mais lucrativa que a extração de petróleo.
Esse ciclo infinito é perverso porque leva os “criadores” a seguirem essa roda de hamster. Por exemplo, há algumas semanas ouvi de um youtuber de um canal grande de quadrinhos: “esse quadro acabou porque o engajamento não tava bom”.
Isso é criação? Não, é indústria. Como um produto que vende pouco, e a fábrica encerra sua produção. Se um quadro de um canal não engaja, não tem anúncio, se não tem anúncio ele precisa ser encerrado.
Exceto algumas exceções (como o VCP 2.0 do Vladimir Campos), a vontade de se expressar, de compartilhar, de ajudar o outro, de fazer um relato sincero, não existe mais. TUDO é feito para engajar, reter e monetizar. É a pejotização da pessoa física.
Com isso, me pergunto: será que os “criadores” não são, na verdade, gerentes dessa fábrica?
Nesse período em que estou buscando alternativas e mudanças de hábito, percebo que uma possível solução seria em algum futuro próximo os “criadores” se dedicarem a protocolos ou meios independentes de distribuição de seus vídeos. Ao menos, se tornariam parcialmente independentes de uma única plataforma.
Vejamos, por exemplo, os podcasts - que aliás o citado VCP 2.0 também é. Se eu não gosto do Spotify, posso ouvir o mesmo conteúdo no Deezer, ou Apple Podcasts, ou qualquer outro reprodutor de podcasts. O autor e o consumidor estão livres para postar/ouvir onde quiser.
É exatamente o que estou fazendo no Spotify, como alternativa para sair daquele espaço irritante que se tornou o Youtube. Alguns pouquíssimos canais também postam no Spotify os vídeos. Pelo menos, é uma alternativa.
Talvez essa seja a solução. Não é só trocar a plataforma, mas ser possível distribuir o mesmo vídeo em diversas outras, como é o podcast.
Isso também já acontece há décadas nos Blogs. Eu posso ler qualquer blog no navegador que eu quiser, não estou preso a nenhum deles. Fora que posso ler em leitores RSS. Ou seja, o local em que leio é completamente livre, de minha escolha.
Muito provavelmente, os anúncios continuarão existindo, contudo, eles serão restritos aquele autor/produtor. E, talvez, ainda seja mais vantajoso para ele, já que nenhuma parte dessa receita (ou a sua quase totalidade) vai apenas para uma única empresa: o Google.
Acabei de fazer pequenas mudanças no design do Blog 🙂 Você que está no X/Instagram/TikTok quero ver fazer isso 😜
F1: O Filme (2025)
Bom filme. A qualidade da imagem e de som é impressionante. Com pequenas aparições dos pilotos reais.
O roteiro não é ruim, mas previsível em diversos aspectos. Mesmo assim, o carisma de Brad Pitt nos faz torcer pelo personagem.
Nota: 3,0
Um aperitivo da falta de privacidade que temos hoje na internet.
Tem horas que saber a verdade é um tapa na cara.
Um dos artigos mais esperançosos sobre tantas mudanças aparentemente ruins que vem acontecendo nos últimos anos.
Jogo do Flamengo paralisado por falha na segurança no estádio na Colômbia. Que pataquada da CONMEBOL e autoridades locais.
No post sobre o Bubbles comentei que ele poderia ter um ranqueamento em outros idiomas. Quando compartilhei com a galera do Entreblogs, recomendaram o Lerama, iniciativa do Manual do Usuário, que reúne diversos blogs e newsletters, totalmente PT-BR. Muito legal! Vale a visita.
Chegou na coleção. Um dos últimos shows antes dele morrer. Onde comprei: sebo.
Muito depois que eu esperava (na verdade, não é tão incomum, outra hora eu conto) terminei o livro do Manton.
Recomendo a todos que estejam reativando ou começando seus blogs, e que estão percebendo o quanto estamos perdendo para redes sociais massivas (Facebook, Twitter, Instagram, TikTok, etc.).
Pretendo fazer um post com comentários sobre o livro. 🤞
Acabei de encontrar esse incrível site: Bubbles. Um lugar que é uma espécie de Reedit apenas de blogs pessoais e independentes. Ele é bem recente, foi criado em março/2026.
Tem blogs separados por categorias, uma espécie de newsletter, que é um feed diário com o que foi mais votado. Vou me perder navegando por ele.
Só poderia ter uma coisa: o ranqueamento de blogs em outros idiomas, como tem no Bear. Pelo que vi tem um em alemão, e o principal em inglês. Quem sabe no futuro.
No mesmo dia em que escrevi que gosto de ficar navegando por novos blogs, Manton também escreveu:
Algumas pessoas preferem uma presença online mais discreta, e eu entendo perfeitamente. Raramente escrevo sobre minha família no blog, preferindo manter esses pensamentos em um diário pessoal. Mas, sinceramente, nada supera um blog para construir um registro online ao longo de anos e décadas.
Adoro descobrir um blog e perceber que posso navegar pelo arquivo de posts antigos. Na era da sobrecarga de informações e da desorganização, esse tipo de consistência é mais difícil de fingir. (Tradução livre)
Também não me sinto confortável em escrever sobre minha família. Inclusive, acabei apagando um post recente que fiz.
É bom saber que a pessoa que criou o Micro.blog, a plataforma que decidi usar no momento, pensa de forma semelhante a mim. Claro que não em tudo.
Estamos em 2026 e ainda passa o Chaves no SBT 😅. Chaves será eterno.