Instagramável

Herman escreveu em seu Blog sobre a mercantilização de viagens:

Como acontece com muitas coisas, culpo as redes sociais. Elas transformaram as viagens de uma exploração em uma demonstração de status social. Comecei a pensar nisso há alguns anos, enquanto visitava algumas cachoeiras na Indonésia. Adoro me divertir em cachoeiras, mas todas elas eram apenas filas de pessoas esperando para tirar fotos embaixo da queda d’água, e depois tinham que sair do caminho para os próximos visitantes. Nada de se divertir! As pessoas precisam curtir essas cachoeiras! (Tradução livre)

Concordo muito com o Herman. Isso sempre me incomodou. E vejo isso acontecer a todo momento, não porque faço muitas viagens, mas porque eu observo que a foto/vídeo se tornou há muito tempo mais importante que a experiência.

As pessoas vão a mirantes apenas para tirar a foto, não para observar e apreciar aquela paisagem. Tanto é que tiram a foto e vão embora.

As pessoas vão a shows e ficam com os dois braços levantados durante todo o show. Não é para curtir a música ou aquela experiência incrível, é apenas para registrar e, possivelmente, postar.

Chegamos ao limite de ter lugares que se chamam “Instagramável”. Uma vez vi um balanço Instagramável. Não é para a criança balançar, ele não serve para isso, serve apenas para postar no Instagram.

P.S.: Escrevo esse post enquanto estou numa viagem e, sinceramente, não tenho a menor vontade de postar fotos dessa viagem aqui. Espero que entenda.

Um copo amarelo com tampa branca da McCafé está sobre uma mesa.

Pode não ser o melhor. Mas sempre veio quente e numa quantidade generosa.

Onde foi que erramos para deixar o Feed RSS de lado e ir para redes sociais? É livre, fácil, prático e gratuito. Mas por que saímos? 🤔

Padrões

Estou me perguntando se continuo fazendo os comentários das HQs que leio e dos Filmes/Séries que assisto.

Essa dúvida tem duas razões principais:

1 - Ainda não me decidi se coloco, ou não, qualquer tipo de analytics aqui no Blog. Ou seja, hoje eu não faço ideia do número de visitantes. Só sei que alguém leu se a pessoa comentar ou entrar em contato.

2 - Posts do tipo geralmente são resenhas, mais informativas e completas. E não sei se quero que este Blog vire um Blog de resenhas.

Devido a razão n°1, eu não faço ideia se alguém está gostando desses comentários. Por outro lado, ainda que ninguém esteja lendo, esse tipo de post é um registro do que achei naquele momento, e um lembrete para meu Eu futuro.

Devido a razão n° 2, estou com a sensação de que vai ser mais uma tarefa para meu dia a dia. E não quero agora mais demandas e mais compromissos.

Contudo, a razão n° 2 também está associada a uma falsa necessidade de atender a um padrão. Uma forma mais comum de se fazer resenhas.

E, há poucos dias, escrevi sobre o padrão estético dos canais de HQs.

Por que nos apegamos tanto a padrões? Por que temos uma tendência a copiar o outro?

Talvez, seja o fato do ser humano ser evolutivamente um animal social. Para fazer parte de um grupo, precisamos respeitar regras e padrões.

Talvez, porque um padrão é uma segurança entre as muitas incertezas da vida.

Talvez, porque nosso cérebro gosta de rotina, e um padrão é uma rotina pré-estabelecida.

Na real, eu não sei. No momento, gosto de acreditar que este Blog é uma expressão da minha criatividade (só desenho pessoas como palitos e o máximo de música que consigo fazer é um assovio, só me resta escrever). E, sendo um aspecto de criatividade, o padrão é uma antítese.

Por isso, acho que vou continuar com meus comentários, de modo livre, tentando não me obrigar a seguir certos padrões. E espero que alguém goste.

Mais uma entrevista legal do Pessoas e Blogs:

Um bom blog cresce com você, e você aprende a compartilhar mais sobre si mesmo à medida que avança. (Tradução livre)

Preacher Vol. 1

Auto-generated description: Capa do quadrinho Preacher: A Caminho do Texas, apresentando um homem sorrindo sinistramente com uma igreja em chamas ao fundo.

Sempre ouvi falar de Preacher, mas nunca tinha lido a obra. Há alguns dias, visitei um sebo que gosto de frequentar e encontrei os volumes 1 e 3 da edição em capa dura publicada pela Panini.

O volume 1 foi publicado em 2012 e, apesar dos 14 anos desde o lançamento, a edição está em ótimo estado. Já o volume 3 foi publicado originalmente em 2013, mas a ficha catalográfica desta unidade indica o ano de 2020 — possivelmente uma reimpressão. O estado de conservação, como era de se esperar, está ainda melhor que o do primeiro volume. Como o preço de ambos estava bem atrativo, comprei.

O roteiro, escrito por Garth Ennis, é excelente. É uma história divertida, repleta de ação, mistério e suspense, misturando elementos de religiosidade - em um tom beeemm crítico. É um conteúdo estritamente para maiores de 18 anos, com muitos palavrões e cenas violentas.

Porém, o que me impressionou ainda mais foi a arte de Steve Dillon. Fiquei surpreso ao notar que a publicação original data de 1995; há mais de 30 anos, Dillon já entregava quadros impressionantes e com uma qualidade absurda. Veja abaixo uma dessas páginas:

🚨 Alerta de Spoiler 🚨

Auto-generated description: Um homem com cabelos em chamas é segurado por uma figura feminina de pele vermelha e asas, rodeada por fogo.

A composição do quadro é fantástica. No momento em que Jesse Custer (o protagonista) tem visões do paraíso, Dillon posiciona o anjo e o demônio como se estivessem apoiados sobre a cabeça dele, utilizando o espaço de forma quase tridimensional. Este é apenas um exemplo, a narrativa visual nos quadros menores também é muito bem executada.

Diante de uma obra desse nível, compilada em apenas nove volumes, já comprei o volume 2 para continuar a história e pretendo completar a coleção.

Gosto muito de escrever os posts daqui do Blog. Mas, talvez eu goste ainda mais de criar páginas. Como vocês podem ver, elas não têm nada de especial. Porém, é como se uma página fosse uma criação mais duradoura, permanente ou apenas um jeito de organizar tudo.

Enquanto os posts são pequenas notas, as páginas são os cadernos.

Como a página Notas tinha perdido sua utilidade, pensei que uma página com postagens mais “longas” seria útil. O melhor nome que veio à mente seria Textão. Aí, quando vi uma página semelhante no Blog do Rodrigo Ghedin, então nasceu uma “jurisprudência” e copiei a ideia. 😅

Youtube e Consumismo

Já comentei aqui que voltei a ler HQs. Esse é um hobby cíclico: comecei na adolescência, parei por muitos anos, retornei há cerca de quatro anos e, agora, retomei novamente. Sim, eu sou estranho… mas esse não é o ponto.

Venho observando que, sempre que inicio ou retomo algum interesse, passo a acompanhar canais no YouTube sobre o tema. Inevitavelmente, isso me leva a comprar coisas: HQs, filmes em mídia física, jogos, entre outros.

Até aí, tudo bem, certo? É um hobby e, felizmente, não se trata de uma compulsão. No entanto, tenho refletido sobre como esses canais podem estar contribuindo para o consumismo e quais são as razões por trás disso.

Estantes

Na maioria dos canais sobre quadrinhos, o cenário de gravação conta com uma estante ao fundo, repleta de títulos americanos, mangás, heróis e edições europeias. Nos canais de colecionismo de filmes, o padrão se repete, trocando o papel pelo plástico dos DVDs, Blu-rays e até VHS. Recentemente, descobri que esse padrão também domina o BookTok — nicho do TikTok focado em literatura.

Portanto, há um padrão estético consolidado que transmite uma mensagem subliminar:

“Você precisa ter uma estante assim” ou “Este é o objetivo a ser alcançado”.

Não digo que os influenciadores façam isso de forma proposital; talvez seja apenas um formato que se convencionou. Porém, é inevitável traçar um paralelo com os padrões de beleza: cria-se um “corpo ideal” para a coleção, e qualquer coisa diferente disso é vista como insuficiente ou errada.

Compras do mês

Outro quadro recorrente são as “Compras do Mês”, “Aquisições”, “Unboxing” ou “Bookhaul”. É bem comum ver nesses canais os youtubers exibindo dezenas de novos títulos de uma só vez.

A questão é que, muitas vezes, não sabemos se eles realmente compraram aquelas obras. Muitos recebem o material das editoras e, na minha opinião, não deixam isso claro. Usam termos como “recebemos” ou “a editora enviou”, mas raramente ouço algo direto como: “Pessoal, não paguei por este livro; é uma divulgação”.

Além disso, há o agravante de que alguns influenciadores não leem as obras que recomendam, como se vê nesses dois vídeos (1 e 2).

Grupos de promoção

Uma fonte de renda comum para esses canais são os grupos de promoção no Telegram ou WhatsApp, onde compartilham links de afiliados. Muitas vezes, a divulgação foge do nicho do canal; conheço canais de games que anunciam até produtos para bebês.

Como em qualquer link de afiliado, o influenciador ganha um percentual sobre a venda. Em outras palavras: quanto mais os inscritos compram, maior é a recompensa do influenciador.

Consumismo

Acredito que esses fatores impulsionam uma cultura de consumo em que compramos o que sequer conseguimos apreciar. O foco passa a ser comprar para ter a “estante do vídeo”, para aproveitar a promoção ou para postar na rede social. É comprar para ter, ou para mostrar que tem.

Não pretendo ser alarmista, mas convido você a refletir: esse tipo de conteúdo tem influenciado o seu comportamento de compra? Você está comprando por interesse genuíno ou apenas replicando o que vê no Youtube, TikTok e afins?

Robert escreveu no seu Blog:

O que você pode fazer para prolongar sua vida útil? É muito simples. Não se limite a um nicho específico. Escreva no blog sobre o que você quiser.

Algumas postagens recebem mais atenção do que outras. Isso não importa. A única coisa que importa é que você se sinta livre ao blogar. (Tradução livre)

Atualizei a página Recomendo retirando todos os sites e blogs que suspeito que possam estar usando IA para criar conteúdos genéricos, descartáveis e sem personalidade.

A internet foi inundada pela IA

Apareceu um texto no meu Google Discovery que me chamou atenção, do site Catraca Livre. Comecei a ler, e parecia muito com texto criado por IA.

Bom, cada um com sua preferência, mas eu não gosto de consumir conteúdos feitos totalmente com IA.

Mas fiquei na dúvida. Achei, então, um site que fazia o teste de IA (foi a primeira vez que usei). O resultado indicou 0% de chance de ser IA. Porém, ainda parece muito com IA. E deixei de ler.

Então, pensei: “Mas que m&rd@! A internet está inundada por textos feitos com IA.”

A questão é que talvez o autor não tenha usado, e parece (para mim) que usou.

Recentemente, um texto recente que publiquei e mandei para um amigo, ele achou que usei IA. E não tinha usado. Nem mesmo para correção gramatical. Nada.

E também pensei: “Mas que m&rd@! Agora é preciso escrever também sem parecer IA?!”

Bom, e o que vou fazer com isso? Não posso só ficar reclamando. Por ora, infelizmente vou evitar fontes, sites, autores e Blogs que me deixam alguma dúvida se usam ou não IA.

E que m&rd@, a internet foi inundada pela IA.

Comecei a assistir ontem a série documentário “Andar na pedra - A história do Raimundos”, está excelente. Já assisti 3 dos 5 episódios da série. Em breve, quando terminar, escreverei um post sobre a série.

Mais uma entrevista legal do People and Blogs.

Em uma parte, o entrevistado diz:

Escrevo para me dar permissão para esquecer e publico para me presentear com a capacidade de lembrar. (Tradução livre)

Eu e o Gemini

Finalmente, consegui me entender com o Gemini e fazer com que ele alterasse o layout do Blog. Alterei a página Arquivo, que estava me incomodando bastante com todo o conteúdo e as categorias centralizadas. Agora está melhor.

Apesar de todo seu poder de processamento, com milhões de documentos em que ele foi treinado, e trilhões de dados, ele precisou de uma pessoa que nunca escreveu uma linha de código na vida (Eu) para identificar onde estava problema. Um trecho de sua resposta, após diversos comandos enviados anteriormente:

Você matou a charada! Esse trecho de código que você encontrou revela exatamente por que nada funcionava.

Ahhh, agora você diz isso, né… Obrigado. E fiz isso consumindo muito menos água que você 😜

My Home Hero Vol. 1 ✅

Tyler escreveu:

But Good Internet is still here. We’re still making stuff we care about and sharing that stuff on our websites. We’re making it for ourselves first, but we’re also making it for you.

This Good Internet Stuff may take effort to find. You probably won’t see it in a feed. It will not have likes and RTs. It might be months old by the time you see it. But, it’ll be here. Waiting.

Em tradução livre:

Mas a Boa Internet ainda está aqui. Continuamos criando conteúdo que nos importa e compartilhando-o em nossos sites. Criamos esse conteúdo primeiro para nós mesmos, mas também para vocês.

Pode ser que seja preciso um pouco de esforço para encontrar esse conteúdo da Boa Internet. Provavelmente você não o verá em um feed. Ele não terá curtidas nem retweets. Pode ser que ele já tenha meses quando você o encontrar. Mas ele estará aqui. Esperando.

Audioslave é muito bom 🎧

Death Note

Auto-generated description: É a capa de Death Note Black Edition, volume III, com uma ilustração em preto e branco de um personagem dentro de um círculo decorativo.

Conheci o anime Death Note por volta de 2011/2012. Lembro que foi um dos primeiros conteúdos que assisti na Netflix. Aliás, lembro de ter recebido a cartinha promocional da Netflix, que chegou na casa dos meus pais. Foi assim que fiz a primeira assinatura.

Um tanto curioso um serviço essencialmente digital ter chegado a mim de modo físico, através de uma carta.

Bom, voltando ao Death Note, inaugurei uma das minhas primeiras maratonas na Netflix. Death Note se tornou um dos melhores animes que já assisti. As batalhas mentais - e às vezes físicas - entre L e Light são excelentes, e não me lembro de ter assistido algo parecido em outros animes. Dois personagens ao mesmo tempo tão parecidos e tão diferentes.

Há cerca de dois anos, adquiri toda a coleção do mangá, em seis volumes, na edição Black Edition, pela editora JBC. Em 2025, comprei o anime completo em Blu-ray, com extras dos produtores e diretores da animação.

Há alguns dias, terminei de ler o terceiro volume do mangá e, em breve, vou para o quarto volume. Portanto, agora estou conhecendo a obra original que, pelo nível dos detalhes, é ainda melhor que a adaptação.

Acabei de criar a página Agora. Ela também contém um link para a página Finalizado

Com isso, está concluída a migração do Bear Blog.

Venho percebendo nos últimos dias que a página Notas perdeu sua utilidade. Com a migração para o Micro.blog, a página principal do Blog passou a ser uma timeline de posts.

Sendo assim, não vejo sentido em destacar uma página separada para que o usuário possa ler os micro-posts. Eles já estão evidentes na página principal. Por isso, retirei do menu de navegação a página Notas.

Mas, preferi não excluir a página, talvez ela volte a ter utilidade quando a página principal deixar de ser a timeline.

Se você tiver uma opinião diferente, por favor, entre em contato.

Intenções não programadas (INP)

Este pequeno projeto está completando 3 meses de existência. O primeiro post que publiquei foi no dia 28/12/2025.

Durante esse tempo, usei 3 plataformas diferentes: Blogger, Bear Blog e Micro.blog. Ou seja, 3 plataformas em 3 meses. Mas, não, não comecei este Blog com objetivo de testar plataformas. Foi apenas minha vontade de experimentar, uma intenção não programada.

Porém, esse não é um post sobre plataformas. É sobre blogar - essa palavra é estranha, talvez seria melhor usar “escrever”, mas seria amplo demais.

Contudo, falar sobre Blogs também não era meu objetivo. Primeiro, porque eu não tenho tantos anos assim de experiência com Blogs. Segundo, que não sou nenhum especialista ou estudioso do tema. Portanto, esse tema também foi uma intenção não programada.

Bom, você pode estar se perguntando: “Então, qual era seu objetivo?” Respondo: ser um espaço em que pudesse escrever sobre assuntos mais pessoais, e também ser um repositório de alguns textos que tinha guardado do meu outro Blog.

Pensando nesse objetivo, posso dizer que ele apenas foi parcialmente cumprido, já que eu publiquei apenas 1 ou 2 textos do outro Blog. Em outras palavras, o que me levou a criar este Blog, já virou outra coisa.

Em um determinado momento, decidi escrever de forma ainda mais livre, publicando micro-posts, como se fossem tweets. Em muitos deles, eu apenas compartilho ou comento coisas legais que li/ouvi/vivi. Mais uma vez, uma intenção não programada.

Sabe o SEO? Isso não existe aqui. Escrevo para mim e para você, uma pessoa real, que chegou neste espaço não sei como, e olha só, continua por aqui. Obrigado.

Para concluir, inicialmente comecei este texto com a ideia de falar sobre os 3 meses do Blog, ia mostrar números e minhas percepções. E, como você acabou de ler, virou isso. Adivinha? Mais uma intenção não programada.

Talvez essa seja a melhor representação atual do que é este blog: um conjunto de intenções não programadas.

Como citado na matéria da Folha, são como empresas de tabaco, que lucram com o vício e problemas de saúde de seus usuários. E a razão que utilizam para fazerem isso, é a famigerada “liberdade de expressão”.

Decisão importantíssima.

Se entendi bem, o Micro.blog mantém versões dos posts. Ao editar um que acabei de publicar, apareceram 4 versões salvas, em que posso copiar. 😃

Absolute Superman Vol. 1

Auto-generated description: Capa de uma revista em quadrinhos chamada Absolute Superman, com a ilustração de um Superman de aparência sombria e o texto O início de uma nova era!.

🚨 Alerta de Spoiler 🚨

Concluí a leitura do Absolute Superman Vol. 1.

Achei um pouco forçado a introdução de temas como a sustentabilidade, ao tentar deixar muitíssimo claro a riqueza de nosso planeta.

A Lois Lane foi colocada como agente de segurança da Lázaro, mas rapidamente já criou um laço com o Superman. Se era para deixá-la como um agente, talvez deveria explorar mais os possíveis conflitos gerados.

Parece que o roteirista não sabe o que quer para ela. Em uma página é dito que ela odeia relatórios, em outra já mostra que ela adorou o que fez.

Quando o leitor é levado a Krypton, a história se sustenta, mostrando o pai do Superman como um engenheiro de mineração e a mãe como uma mecânica.

Como eu comprei em um sebo os dois primeiros volumes, vamos ver como será a continuação. Se não melhorar bastante, já vou parar por aí.

Selo EntreBlogs 2.0