Voltei a ler HQs e essas acabaram de chegar 🤓
Voltei a ler HQs e essas acabaram de chegar 🤓
Estou experimentando o Micro.blog. Já consegui sincronizar a publicação cruzada no Mastodon e acabo de descobrir que todas as postagens em que fui marcado no Mastodon foram incorporadas no “Mentions” 🤯
A Lisa Charlotte escreveu neste POST que também está adotando o Notas em seu site para escrever pequenas ideias e pensamentos.
Acho que essa ideia pode estar virando uma tendência. Mas ela vai além e cria o ROOTS. Em tradução livre:
Para mim, o ROOTS é o primeiro passo lógico nessa direção: “Traga de volta coisas antigas da internet para o seu próprio site” (sim, eu inventei isso). Por quê? Se eu decidir excluir minha conta X ou se o Blogger for descontinuado sem alarde, não me importo: tudo já está no meu site. É meu. São todos arquivos Markdown e imagens que posso salvar onde quiser.
Excelente ideia. Vou tentar fazer por aqui também.
Vale a pena ler e compartilhar esse post bem legal da Luciana mostrando como e porquê usar um leitor de RSS.
Há alguns dias, consegui separar os posts “normais” do Blog dos micro-posts que estão na página Notas.
Mas, ao fazer isso, gerei um erro no site 🤡. Agora o usuário não consegue filtrar os posts pelas tags. Ao clicar sobre um tag, só aparece a lista padrão de posts.
Tentei resolver com ajuda do Gemini, mas sem sucesso (aliás, nada que eu já tentei fazer com a ajuda dele no site, em termos de código, deu certo 😒).
Enviei, então, um e-mail para o Herman. Ele já me indicou uma solução, mas ainda não tive disponibilidade para tentar corrigir.
Portanto, peço um pouco de paciência para aqueles que estão tentando navegar pelas tags. Em breve, vou tentar resolver.
Estava lendo esse post no Blog Les Flamingos, em que a autora diz:
As vezes, eu fico pensando E se as pessoas não gostarem do que eu posto? E se eu escrever mal? Mas pra responder a mim mesma… minha amiga, e quem se importa?
Uma vez, eu li uma reflexão sobre isso. Basicamente, a ideia é que o(a) escritor(a) tem uma “simples” função: escrever e publicar.
O julgamento, a crítica, cabe ao leitor.
Não estou dizendo que não deve haver edição, revisão e reescrita. Mas, principalmente nos Blogs, podemos escrever de forma mais livre.
Nunca sabemos o que o leitor vai gostar, ou não. Portanto, escreva e publique, a crítica não cabe a quem escreve.
P.S.:
1 - Eu gostei do post ☺️
2 - Preciso aprender como se faz Webmention.
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Acabei de conhecer uma página bem legal com uma lista de ideias de páginas para Blogs/Sites
Algumas que pretendo criar: Café, Vendo e Uso.
Créditos para o Pedro do Ondeando. Obrigado por compartilhar. 😉
Li esse artigo assustador que relata uma situação em que um agente autônomo de IA escreve um artigo difamatório sobre uma pessoa que lhe negou o acesso ao código.
Vou dizer em outras palavras: uma IA está difamando uma pessoa, a fim de chantageá-la.
Partindo do princípio que essa é uma história real, isso precisa parar.
Não existe benefício que supere uma IA de forma autônoma difamar uma pessoa.
Esse artigo também foi comentado pelo Herman, criador do Bear Blog..
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A notícia é antiga mas é uma das coisas mais repugnantes que vi gerados por IA, e compartilhado e visualizado por milhões em uma rede social.
Apesar de antiga, não parece de jeito nenhum um caso isolado. Não tenho Tik Tok (e provavelmente nunca vou ter), mas algo me diz que se entrasse hoje, encontraria conteúdos bem semelhantes.
Em 2023/2024, optei por não dar continuidade ao meu antigo Blog. Uma das principais razões para isso, foi porque não tinha a consistência que eu queria. E, se não conseguia publicar, então preferi parar de pagar a hospedagem e o domínio.
No final de 2025/início deste ano, decidi criar um novo blog (e um novo domínio) para ser um repositório dos textos do meu antigo Blog. Infelizmente, eu não tinha feito um backup de posts, mas a maioria deles estavam no meu Google Drive / Google Docs, porque escrevia lá primeiro.
Experimentei, então, por alguns dias o Blogger - uma plataforma gratuita. Ele tem boas vantagens, mas acredito que seu design antiquado, associado a falta de suporte e atualização por parte do Google, me fizeram procurar outras alternativas.
Com isso, cheguei ao Bear Blog. Acredito que foi aí que as coisas mudaram.
O Bear é uma plataforma totalmente minimalista, desde a forma de publicar, até o design para os leitores e usuários. Contudo, seu maior benefício é a sua comunidade.
Por exemplo, existe um festival de postagens chamado Bear Blog Carnivals. Cada mês tem um tema específico, e a cada mês um(a) Blogueiro(a) é o host daquele tema.
A comunidade também está sempre desenvolvendo novas ferramentas e scripts que possam ser aplicados no Bear. Sejam temas, banners, plugins, e até alterações no Dashboard.
Contudo, o que considero genial no Bear é o Discovery, uma espécie de Trading Topics + Feed de todos os posts publicados no Bear.
Acho que foi aí que meus textos foram encontrados. E passei a receber diversos depoimentos de pessoas reais que chegaram no meu blog, gostando da simplicidade e dos textos que publico. Isso foi muito gratificante.
Pessoas como o Michael, o TH, o Guilherme e a Luciana.
Esse nível de contato eu ainda não tinha experimentado em plataformas de redes sociais. Em geral, quem me segue por lá, são as pessoas que conheço “fisicamente”.
Portanto, considerando que talvez o principal objetivo de uma plataforma de rede social seja encontrar novas pessoas, com interesses comuns, meu Blog está sendo minha melhor rede social.
Lembra da consistência que citei no início? Achei que uma boa forma de aumentar essa frequência de postagens seria fazendo micro-posts. Pequenos comentários, opiniões rápidas e sentimentos do momento. O que seria um Tweet, agora publico no Notas, sem regras rígidas, apenas meu espaço de reflexão.
Não posso negar que o Mastodon também tem sido um espaço acolhedor e de descoberta. Ele tem sido o substituto do meu Twitter. Porém, com mais autonomia.
Boa parte que publico lá é uma republicação automática do meu post do Blog, incluindo os micro-posts, com as mesmas tags que uso nas postagens.
O Mastodon também tem sido um espaço de comentários, que o Bear Blog nativamente não permite. Então, qualquer post que publico, você pode me responder por e-mail ou comentar publicamente pelo Mastodon.
Aliás, é bem curioso eu ter recebido diversos comentários, justamente em uma plataforma que não permite comentários.
“Mas como seguir um Blog?”. Há alguns anos, eu recebi essa pergunta de uma amiga. E talvez você tenha chegado aqui com a mesma pergunta. É muito simples, basta você ter um aplicativo Leitor de RSS.
O Vladimir fez um vídeo recente sobre o RSS, ninguém melhor que ele para explicar.
Por fim, obrigado por estar aqui, no meu cantinho na internet, e reservar um tempinho para ler o que escrevo.
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A Luciana reativou seu Blog e escreveu um post bem legal sobre esse processo.
Estou quase terminando o livro do Manton. Vou tentar pegar os trechos que salvei e colocar no Gemini para criar um texto coeso e compartilhar por aqui - viu? não sou um crítico completo da IA.
Ninguém perguntou 😅, mas vou compartilhar meu fluxo de publicação no Bear Blog.
90% dos posts publicados por aqui eu faço diretamente pelo navegador do meu celular. Faço isso de forma proposital. Quero neste Blog atingir uma frequência de publicação maior que a frequência que tenho no meu outro blog (para assuntos profissionais). E a melhor forma de fazer isso, é pelo celular - paradoxalmente, este estou escrevendo no PC 😅.
Se eu não posso fazer uma postagem na hora, direto pelo Bear Blog, anoto aquela ideia no meu Google Keep, usando a etiqueta “Ideias_posts” (sou uma pessoa literal 😅). E depois recorro a esse banco de ideias para fazer uma determinada postagem.
Para atingir o objetivo de publicar com mais frequência, inevitavelmente os posts são de tamanho curto e médio. Inclusive, criei a página Notas para reunir os micro-posts - que contém entre 1 a 2 parágrafos - no estilo Tweet.
Pretendo que o Notas vire meu repositório de pequenos comentários e informações que antes iam para alguma rede social - era o X (Twitter), agora o Mastodon.
Falando nele, quem me acompanha por lá recebe todos os posts que publico no Blog. A publicação é automática, e faço isso utilizando o serviço gratuito Mastofeed. Portanto, esses pequenos “tweets” também aparecem no meu Mastodon, por meio de um link para o post.
É bem provável que esse meu fluxo de publicação esteja sendo influenciado pela leitura do livro Indie Microblogging - que já citei aqui. Mas não só.
As dicas da Renée Fishman, do My Meadow Report, foram se consolidando na minha cabeça, como parte dessa vontade de publicar com mais frequência. Ela, inclusive, tem uma frequência diária de postagens há anos. É uma disciplina impressionante.
Essa experiência, de publicar pequenos textos, está sendo libertadora. Até então, nos “Guias dos Blogueiros”, existiam regras como:
Ok, eu acho que todas essas recomendações são válidas. Talvez, seja a melhor forma de ser encontrado pelos mecanismos de pesquisa - e tentar obter alguma receita com blogs.
Contudo, talvez esses também sejam os motivos que levaram as pessoas a desistirem dos seus blogs. E podem ter sido esses os motivos que levaram os leitores a se afastarem dos blogs.
Aos poucos, a autenticidade foi acabando, os textos ficaram repetitivos, ter um blog virou apenas uma forma de ganhar dinheiro, o texto era impessoal e os anúncios acabaram com a boa experiência de leitura.
Não sei qual seu fluxo de publicação, mas não se prenda a regras rígidas como aquelas que mencionei. Os Blogs precisam voltar a ser uma expressão de nós mesmos, e da melhor forma que possamos fazer. Pelo menos, assim estou fazendo - e me sinto mais livre.
P.S.: Eu gosto de conhecer esses “bastidores”. Caso escreva um post com seu próprio fluxo, compartilhe comigo por e-mail ou me marque no Mastodon.
Caso tenha passado despercebido, o The Grizzly Gazette reuniu um conjunto de recursos que podem ser configurados e utilizados no Bear Blog.
Tem temas personalizados, recursos para escrita dos posts, orientações de Backup, etc.
Ainda estou descobrindo como alterar o CSS do meu tema (não sou da área de TI). Mas tem alguns scripts bem fáceis de configurar, é só colar no Header ou Footer, nas configurações.
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Olha que bacana. Um site reúne alternativas brasileiras para diversos produtos e serviços digitais. A iniciativa é inspirada no movimento que vem acontecendo na União Europeia.
O Alternativas Brasileiras foi inspirado pelo projeto european-alternatives.eu ↗, que promove alternativas tecnológicas desenvolvidas na Europa. Assim como essa iniciativa europeia, buscamos estimular a conscientização sobre a importância de conhecer e apoiar soluções criadas dentro do nosso próprio contexto econômico, cultural e legal.
Acreditamos que um ecossistema tecnológico forte é um pilar da soberania nacional. Quando um país domina e desenvolve suas próprias soluções digitais, ele reduz dependências externas, protege melhor seus dados, fortalece sua economia e amplia sua capacidade de inovação. Apoiar tecnologia nacional é, portanto, mais do que uma escolha técnica — é uma decisão estratégica.
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Espero que o Carnaval de vocês tenha sido melhor que o meu. Por aqui, foi o bloco da preocupação, medo e ansiedade.
Mas vai melhorar e o próximo ano será melhor 🙏.
Fiquei me perguntando se eu faria um post como esse. Com certa intimidade, fora de um possível foco ou nicho.
Decidi publicar. Porque não quero tentar mostrar uma vida perfeita (como fazem parecer as redes sociais), sem dificuldades ou listando coisas apenas para vender algo.
Decidi neste Blog fazer algo diferente, mais pessoal. E nada mais pessoal do que relatar meus sentimentos e minhas dificuldades.
Acabei de acessar o resumo de IA de um vídeo do YouTube. Um vídeo que eu tinha assistido anteriormente.
O resumo é fiel às partes principais do vídeo, com os links para a minutagem daquele assunto.
É um recurso interessante para os espectadores? Sim. E para os criadores de conteúdo?
Como tem acontecido com os Blogs, quanto esse recurso vai impactar nas visualizações daquele vídeo?
Quanto os criadores vão deixar de receber com a publicidade? Qual será o impacto na construção de autoridade?
E sem assistir os vídeos, como os anúncios serão veiculados? Possivelmente, em breve no próprio resumo. Ou seja, tirando do vídeo (e do dono do canal) e colocando no resumo.
Para mim, os resumos de IA, seja nos Blogs, ou no YouTube, são uma espécie de furto de conteúdo. Em parte, uma violação de direito autoral. Não consigo acreditar que o Google tenha implementado essa funcionalidade apenas em benefício do usuário.
Ao menos, parece que o dono do canal pode tirar isso. Mas será que o Google vai deixar isso barato? 🤔
Há poucos dias, comentei com um grande amigo que estava vendo um certo movimento de retorno aos Blogs. Ele disse que espera realmente estar acontecendo, e assim me confidenciou:
Eu devo minha carreira e tudo que veio depois aos blogs.
Também há poucos dias, compartilhei um post em um grupo do Telegram que faço parte. E um dos membros, Michael Pupo, fez um depoimento que achei muito bacana:
Ao longo dos anos eu criei alguns blogs, mas nunca tive tempo de manter uma frequência de publicações… por último, criei uma newsletter no Substack e depois no Beehiiv. Acabei excluindo pelos mesmos motivos…
Mas aí eu vi o seu blog e a proposta minimalista dele… isso me chamou atenção. Gostei bastante. Vi que estava na plataforma Bear Blog, que eu não conhecia, e, depois de pesquisar mais a respeito, resolvi fazer mais uma tentativa.
Encorajado por você, reativei meu blog. As redes sociais estão cada vez mais desagradáveis (do meu ponto de vista) e consumir conteúdo de blogs está voltando a ser mais agradável pra mim.
E a proposta do Bear Blog me conquistou. Além disso, seu blog e posts foram um incentivo também. Muito obrigado por isso! 🙏🏽
Continue! Mesmo que pareça que não está tendo o alcance que você esperava, continue. De alguma maneira, ainda que seja um post pequeno, e ainda que seja para apenas uma pessoa, pode (e eventualmente vai) fazer muita diferença.
Obrigado Michael por suas palavras!
Por fim, gostaria de compartilhar o vídeo do Vladimir Campos em que ele comenta sobre esse movimento de retorno aos blogs e sobre redes sociais.
Se você está pensando em criar um blog e este texto chegou até você, compartilho aqui o comentário que deixei no vídeo do Vladimir:
Venham para os Blogs! Há algo diferente em criar um espaço do seu jeito, em que você tem controle de tudo, em que você pode escrever o que quiser, sem algoritmos, sem brigas, sem as vidas perfeitas que encontramos nas redes sociais. Escreva um conteúdo longo, curto, poucas vezes no ano, ou todo dia. Faça do seu jeito, porque é o seu jeito que importa e não o jeito que as grandes corporações te mandam fazer. Um Blog é uma excelente forma de tornar a internet melhor.
Em um passado distante, as pessoas escreviam em seus Blogs porque era algo prazeroso. Escreviam sobre assuntos que lhe interessavam.
Em um determinado momento, um grande grupo desses blogueiros, vendo o potencial de ganhos financeiros e visibilidade, passaram a otimizar seus posts para conseguir chegar nas primeiras posições do Google. Surgia então o SEO - otimização para buscas.
Em um passado recente, surgiu a Inteligência Artificial (um robô), que processa tudo que os blogueiros escreveram, e muito mais, e entrega para o usuário, sem nem levar o usuário para o Blog.
Agora, surge o SEO para Inteligência Artificial, ou seja, otimizar os posts dos Blogs para serem “percebidos” pela IA (um robô).
É sério isso?
Alguém parou para pensar que isso é trabalhar para o robô, ao invés de fazê-lo trabalhar pra gente?
Bom, respeito quem vai por essa linha, cada um faz do seu blog o que quiser, e se ganha dinheiro com isso, que ótimo.
Eu, por outro lado, decidi escrever para os seres humanos. E tentar fazer o robô trabalhar para mim, e não o inverso.
Se você está começando a usar o Bear Blog (eu), talvez tenha percebido que ao compartilhar o link de um post, a imagem padrão do post é o ursinho do Bear Blog. Veja:

Não tenho problema com o ursinho no meu Blog, mas na hora de compartilhar o link, ele me parece desproporcional, e também com uma resolução inadequada.
Descobri uma forma rápida de tirar o ursinho e colocar a logo que criei, para deixar mais personalizado também. Se você já foi procurar sobre isso no Bear Docs já deve saber como fazer.
Mas se ainda quiser tirar o ursinho, este post é um breve tutorial de como fazer.
Primeiro, é preciso criar a imagem que vai substituir o ursinho. Você pode colocar a imagem que quiser. Eu preferi criar um logotipo padrão. Pedi ao Gemini mesmo para criar. Você também pode criar uma imagem no Canva. O que você preferir.
Com o arquivo da sua imagem, acesse seu painel de navegação do Bear Blog e localize na parte inferior a seção “Media”.
Ali que ficam armazenadas suas imagens. Toda imagem no Bear Blog gera um link que você pode copiar.
Faça o upload da imagem que você acabou de criar e copie o link da imagem.
Para inserir a imagem do post é precisar adicionar o atributo “meta_image”. No Bear Blog, as características do post precisam ser atribuídas na parte superior da caixa de texto da postagem, da mesma forma que você adiciona tags, por exemplo.
Então, na parte superior do texto de sua postagem adicione a expressão “meta_image: LINK DA SUA IMAGEM QUE ACABOU DE FAZER O UPLOAD”.
Pronto, fazendo isso você adiciona a imagem daquele post. Mas, se este tutorial encerrasse por aqui, você teria que fazer isso em todos os posts - vamos combinar que isso não é muito prático.
Para não precisar fazer isso a cada nova postagem, basta que você insira essa imagem no seu post template.
Na sua lista de posts, aperte o botão “Edit Template”. Este é o seu post padrão, que aparece sempre que você cria um novo post.
Insira o “meta_image: LINK DA SUA IMAGEM QUE ACABOU DE FAZER O UPLOAD” na parte superior do post, da mesma forma que fez anteriormente.
Pronto, agora toda vez que você criar um novo post e decidir publicá-lo, seu logotipo vai aparecer no link do seu post. Assim:

É isso. Espero que tenha ajudado. Caso tenha alguma dúvida, fique à vontade para entrar em contato por e-mail ou pelo Mastodon.
Para quem não conhece, recomendo a série de entrevistas que faz o Manuel Moreale com outros blogueiros. Sai toda sexta-feira. Se chama “People & Blogs”.
A última entrevista foi inclusive com uma usuária do Bear Blog, Percebi muitas semelhanças com a minha forma de escrever neste Blog.
De forma inesperada, este blog está se tornando um blog sobre blogs.
Nesse episódio de O Assunto o neurocirurgião comentou que o nosso cérebro até consegue lidar com duas tarefas ao mesmo tempo. Mas se essas tarefas são desconhecidas pelo cérebro, ou seja, não está habituado a realizá-las, o consumo de energia e atenção é enorme.
Por isso, quando começamos a dirigir, quase não conseguimos fazer outra coisa, são muitos detalhes. Mas depois que já estamos acostumados a dirigir, conversar ou ouvir um podcast, por exemplo, se torna trivial. Conseguimos fazer as duas coisas.
(Esse não foi um exemplo que ele citou, mas foi logo um que me veio a mente).
Isso ajuda a explicar porque desisti de sair do Todoist. Estava sentido um consumo de energia e uma fricção na minha rotina que eu não desejo neste momento.
Como estou lidando com muitas novidades no meu trabalho, não quis lidar com mais esse processo de aprendizagem.
Em outro post aqui do Blog, comentei que estava fazendo alguns testes utilizando o Google Keep para substituir o Todoist, em razão do aumento do preço do Todoist Pro.
Como estava bem habituado a como o Todoist funciona, e como ele estava inserido na minha rotina de gerenciamento de tarefas, mudar de ferramenta está causando certos atritos.
Depois de utilizar por cerca de 1 semana, percebi que estava fazendo um esforço desproporcional para conseguir utilizar o Keep como um gerenciador de tarefas.
Os atritos estavam bem superiores ao que eu gostaria.
Eu já utilizo o Todoist há muitos anos, e a utilização de linguagem natural, a integração dos meus projetos associada à gestão de tarefas, o foco no Hoje, entre diversas outras características, transformaram o Todoist em algo fundamental na minha rotina de trabalho.
Sei que existem outros aplicativos de gestão de tarefas, como o Tick Tick, que já me recomendaram como substituto do Todoist.
Mas já sei que também vão ter atritos de adaptação. Sinceramente, não os quero nesse momento.
Vou continuar com o Todoist, e quem sabe tentar negociar com a empresa uma redução na anuidade.
Uma das regras do método Getting Things Done (GTD) é não se preocupar em organizar uma tarefa em um projeto se ela levar menos de 2 minutos para ser executada.
Ao invés de organizar, é melhor executa-la de uma vez.
E se tivermos 20 tarefas de 2 minutos? Seriam necessários 40 minutos para executá-la. O que já coloca em cheque a teoria.
Além disso, essa regra parte do pressuposto que conseguimos estabelecer exatamente o tempo necessário de uma tarefa. Porém, muitas vezes ela demora mais ou menos do que isso.
Por fim, é uma tortura ficar decidindo a duração das dezenas e centenas de tarefas que planejamos fazer. É considerar que somos super-racionais em tudo que fazemos. O que não é uma verdade.
Recomendo a outros blogueiros, e interessados em IndieWeb, o livro do Manton Reece do Micro.blog.
Livro totalmente gratuito, digital, que estou lendo direto pelo navegador. O livro é bem estruturado e a navegação pelos capítulos é ótima. Tem algumas partes técnicas sobre desenvolvimento de software, mas nada que tire o mérito do livro.
Como podem perceber neste blog, estou tentando aplicar o Microblogging - não exatamente da mesma forma que o Manton recomenda. Mas tentando me libertar dos grandes textos, dos ensaios completos, apenas escrevendo e publicando.