Chegou na coleção: abril/2026

Esse é um registro dos itens que comprei no mês, e uma forma de fazer um avaliação um pouco mais objetiva, e saber se estou comprando mais do que deveria. De maneira nenhuma, quero ampliar o seu consumo e, por isso, não tem nenhum link afiliado.

Auto-generated description: Há uma pilha de DVDs e livros, incluindo títulos como Samurai X, The Ghost in the Shell e Preacher.

HQ’s 📚

The Ghost in the Shell 2.0 | JBC

Shirow Masamune

Estava em promoção na Livraria Leitura na minha cidade, e como estou em busca de títulos com poucos volumes, decidi comprar. Depois vou adquirir o primeiro volume, que é a obra principal. A animação é excelente, também gosto do filme em live-action, então quero conhecer a obra original.

1903: Orwell | Darkside

Pierre Christin e Sébastien Verdier

A HQ é uma biografia de George Orwell, e como gosto de biografias, me interessou. Também estava em promoção na Livraria Leitura.

Meu amigo Dahmer: estudando com um serial killer | Darkside

Derf Backderf

A obra traz o perfil do psicopata Jeff Dahmer quando ele ainda era um aluno do ensino médio, e na visão do autor, Derf Backderf, que estudou com ele.

Adorei o Eu, Lixeiro também do Backderf e já queria comprar essa HQ há bastante tempo. Comprei na Amazon.

Absolute Mulher-Maravilha - Vol. 3 | Panini

Kelly Thompson e Hayden Sherman

Os dois volumes anteriores desse universo absolute da mulher maravilha foram ótimos. Então, pretendo continuar a coleção. Comprei na Amazon.

Asa Noturna - Vol. 1 | Panini

Tom Taylor e Bruno Redondo

Mais uma vez procurando séries com menos volumes, e já que gosto bastante do Batman, e das aparições do Asa Noturna em animações e até naquela série Titãs da Netflix, comprei o primeiro volume da série escrita por Tom Taylor.

Preacher - Vol. 2 | Panini

Garth Ennis e Steve Dillon

Já comentei aqui no Blog que achei fantástico o volume 1 de Preacher. Como tinha comprado o volume 1 e 3 no sebo, então para continuar a história precisava ter o volume 2.

Comprei usado pelo marketplace da Amazon. Quando chegou, percebi que a lombada difere um pouco dos outros volumes. Provavelmente, são edições diferentes. Mas o que importa é o conteúdo.

Rurouni Kenshin: Versão do Autor | JBC

Nobuhiro Watsuki

Junto do DVD que vou comentar em seguida, aproveitei que o vendedor tinha essa versão alternativa do autor de Samurai X, em uma minisérie em 2 volumes, e fiz uma oferta nos dois produtos: DVD + Mangá.

O primeiro volume está usado e em bom estado. O segundo volume ainda lacrado.

DVD e Blu-ray 🎞️

Samurai X: o filme (2012) Samurai X: o inferno de kyoto (2014) Samurai X: o fim de uma lenda (2014)

Keishi Otomo

Assisti o primeiro filme na Netflix, achei bom. As continuações ainda não assiti. Um rapaz estava vendendo - pela OLX - aqui na minha cidade, ainda lacrados. E achei com preço justo. Como estou na vibe Samurai X com o remake do anime - assisti as duas primeiras temporadas - comprei.

CPM 22: ao vivo no Rock in Rio (2016)

Por fim, mas não menos importante, chegou na coleção o primeiro DVD de música/show. É a gravação do show que o CPM 22 fez no Rock in Rio em 2015. Eu estava lá. Em termos de experiência de show, foi o melhor de todos que já assisti.

Por ter sido o primeiro show do Palco Mundo, ainda era possível ficar mais perto do palco. Fiquei mais à direita (de quem vê de frente). Estava um calor doido, muita gente sem camisa (incluindo as mulheres). Sabia cantar todas as músicas que a banda escolheu para o setlist. Foi uma incrível experiência.

E agora tenho esse show em outra perspectiva, pelo menos até durar o disco.

Cães de Aluguel (1992)

Auto-generated description: Capa de DVD do filme Cães de Aluguel com imagens dos personagens e texto em português detalhando a sinopse e informações da edição.

A primeira vez que assisti a Cães de Aluguel foi há pelo menos 15 anos, na época das locadoras, quando eu costumava alugar (com o dinheiro dos meus pais) cerca de três ou quatro filmes por final de semana. Ajudava o fato de meu pai também gostar muito de filmes — um hábito que ele preserva até hoje, se deixar passa o dia todo assistindo.

Alimentar essa nostalgia foi uma das razões que me motivaram a iniciar, no ano passado, uma coleção de filmes em DVD e Blu-ray. Em setembro, adquiri um pequeno lote de filmes usados do Quentin Tarantino, que incluía este seu primeiro longa, lançado em 1992.

Produzido de forma independente e com baixo orçamento, o filme de estreia de Tarantino já apresenta suas marcas registradas: diálogos longos, repletos de referências à cultura pop e com um tom sutil de comédia.

A cena de abertura, por exemplo, é uma conversa em um bar onde os personagens principais, sentados em círculo, debatem o significado da música Like a Virgin, da Madonna. Em um dos extras do DVD — uma entrevista de 14 minutos —, Tarantino explica sua visão: para ele, criminosos não falam sobre maldades o tempo todo, mas sim sobre temas cotidianos, como música, filmes e esportes.

Basicamente, a história foca no que acontece antes e depois de um assalto, sem nunca mostrar o assalto em si. Violento e com uma cena de tortura icônica, o filme envelheceu muito bem porque sua “tecnologia” são as pessoas (atores) e a intensidade de suas relações.

Tarantino também revela na entrevista que, através de um amigo do amigo do amigo, o roteiro chegou às mãos de Harvey Keitel (o Mr. White). Foi a adesão de Keitel que deu a legitimidade necessária para que o projeto saísse do papel.

É um ótimo filme e mostra que Tarantino já começou sua carreira em alto nível.

Nota (0 a 5): 3,5

Padrões

Estou me perguntando se continuo fazendo os comentários das HQs que leio e dos Filmes/Séries que assisto.

Essa dúvida tem duas razões principais:

1 - Ainda não me decidi se coloco, ou não, qualquer tipo de analytics aqui no Blog. Ou seja, hoje eu não faço ideia do número de visitantes. Só sei que alguém leu se a pessoa comentar ou entrar em contato.

2 - Posts do tipo geralmente são resenhas, mais informativas e completas. E não sei se quero que este Blog vire um Blog de resenhas.

Devido a razão n°1, eu não faço ideia se alguém está gostando desses comentários. Por outro lado, ainda que ninguém esteja lendo, esse tipo de post é um registro do que achei naquele momento, e um lembrete para meu Eu futuro.

Devido a razão n° 2, estou com a sensação de que vai ser mais uma tarefa para meu dia a dia. E não quero agora mais demandas e mais compromissos.

Contudo, a razão n° 2 também está associada a uma falsa necessidade de atender a um padrão. Uma forma mais comum de se fazer resenhas.

E, há poucos dias, escrevi sobre o padrão estético dos canais de HQs.

Por que nos apegamos tanto a padrões? Por que temos uma tendência a copiar o outro?

Talvez, seja o fato do ser humano ser evolutivamente um animal social. Para fazer parte de um grupo, precisamos respeitar regras e padrões.

Talvez, porque um padrão é uma segurança entre as muitas incertezas da vida.

Talvez, porque nosso cérebro gosta de rotina, e um padrão é uma rotina pré-estabelecida.

Na real, eu não sei. No momento, gosto de acreditar que este Blog é uma expressão da minha criatividade (só desenho pessoas como palitos e o máximo de música que consigo fazer é um assovio, só me resta escrever). E, sendo um aspecto de criatividade, o padrão é uma antítese.

Por isso, acho que vou continuar com meus comentários, de modo livre, tentando não me obrigar a seguir certos padrões. E espero que alguém goste.

Comecei a assistir ontem a série documentário “Andar na pedra - A história do Raimundos”, está excelente. Já assisti 3 dos 5 episódios da série. Em breve, quando terminar, escreverei um post sobre a série.

Terminei ontem a última temporada de Stranger Things. Foi uma boa conclusão. A primeira temporada ainda é a mais surpreendente para mim. Mas todas as demais foram conduzidas com bastante coesão, e a história e os conflitos cada vez mais crescentes.

Estou com boa expectativa de como serão as novas produções dos Irmãos Duffer.

Selo EntreBlogs 2.0